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11/12/2008
ABRH - Paraná
Tema útil para a vida profissional e pessoal

Essa é a opinião unânime de quem participou do Café-palestra
da ABRH-PR, que em sua 4ª edição neste ano abordou o
Equilíbrio Financeiro.

Cerca de 130 pessoas prestigiaram a 4ª edição do Café-palestra da ABRH-PR, que aconteceu no dia 29 de maio no Hotel Four Points by Sheraton, em Curitiba.

A conferência do dia foi “Equilíbrio Financeiro –
Educação Financeira Pessoal”, ministrada pelo consultor, palestrante e professor Altemir Carlos Farinhas.

O patrocínio foi da Allianz Saúde e daquele próprio hotel.
Além do sorteio de brindes e do livro de autoria do palestrante (“Cura! Há solução para sua vida financeira”), a palestra foi precedida de atividades de integração e network, tendo como facilitador o diretor da AtoCorp – Cia. de Educação & Comunicação Lúdica, Rafael Giuliano.

Em seguida, o diretor da Allianz Saúde, Eduardo Grillo, fez uma breve explanação sobre essa Divisão e as demais atividades desse grupo de atuação global, com a apresentação de um vídeo institucional.

Segundo o diretor da Allianz, a trajetória de sucesso da área de seguros de saúde do Grupo reside na agilidade da comunicação, solidez financeira, tradição, know-how técnico e comercial, tecnologia avançada, inovação e foco no cliente. “Nossa postura prioriza, sobretudo, a prática de valores como comprometimento, compromisso
e competitividade”, salienta Eduardo Grillo, acrescentando que a meta da Allianz Saúde é tornar-se a seguradora líder em fidelidade do cliente nos mercados em que atua.
Mais informações no site www.allianz.com.br.

Conceitos valiosos
Para Cláudia Fayad, gerente-financeira da Villare Serviços de
Alimentação, e que inclusive foi sorteada com um livro do
conferencista, o Café-palestra da ABRH-PR propicia a oportunidade de saber como os outros gestores de pessoas vêm trabalhando com as mesmas questões vivenciadas pela sua empresa, tanto internamente como externamente. “O tema tem cem por cento de aplicabilidade na área de RH, tendo sido apresentado de forma agradável, didática e
objetiva”, avalia.

Na opinião de Luciana Perez Guimarães da Costa, presidente do IPEDIS/CEND – Centro de Ensino e Desenvolvimento de Pessoal, encontros desse tipo são de extrema utilidade para os profissionais que atuam nesse segmento, “pois nos fazem rever e refletir sobre conceitos teóricos e práticos valiosos no dia-a-dia corporativo”.

Confira abaixo a íntegra da entrevista que Altemir Farinhas
concedeu à ABRH-PR, incluindo fotos do evento:

INFORME ABRH-PR – Até que ponto o desequilíbrio financeiro pessoal pode interferir na produtividade dos trabalhadores?

ALTEMIR – O colaborador endividado tende a apresentar distúrbios de atenção, o que, além de resultar em baixa produtividade, compromete seu raciocínio e reflexos. Portanto, essa pessoa fica mais exposta a acidentes de trabalho, em especial nas atividades operacionais. Como
sua mente está permanentemente ocupada com pensamentos
relacionados com a dívida, na proporção de sua gravidade, tem noites mal-dormidas e, com isso, passa a sofrer de problemas psicossomáticos.

INFORME ABRH-PR – Como a área de RH deve agir nesses casos?

ALTEMIR – O importante é trabalhar na prevenção das causas do problema e não nos efeitos. Isso deve ser feito por meio de cursos, palestras e campanhas internas de educação financeira pessoa. Outra medida importante consiste na realização de pesquisas para detectar a real situação financeira do quadro de funcionários. Soluções paliativas
como empréstimos ou financiamentos com desconto em folha devem ser evitadas.

INFORME ABRH-PR – Qual a importância que o equilíbrio nos gastos pessoais adquire nesses tempos de apelo e facilidades de consumo?

ALTEMIR – Primordial. Afirmo isso categoricamente, pois são crescentes os convites que recebo para falar sobre esse assunto nas Sipats.
Entendo que a educação financeira pessoal deveria não só constar nos planejamentos estratégicos das áreas de RH, mas constituir-se numa ação de responsabilidade social, já que envolve cidadania e qualidade de vida.

INFORME ABRH-PR – Que outras conseqüências o desequilíbrio das finanças pessoais acarreta às empresas?

ALTEMIR – Se a pessoa não possui planejamento pessoal e familiar, ela vai agir da mesma maneira na empresa, desperdiçando material de escritório e outros itens.

INFORME ABRH-PR – Conforme o Sr. frisou na palestra, segundo dados do IBGE, 85% dos trabalhadores assalariados brasileiros não conseguem chegar ao final do mês com aquilo que ganham. O que fazer para mudar esse quadro?

ALTEMIR – A única solução é a pessoa fazer um minucioso
planejamento financeiro pessoal e familiar, a fim de saber onde e como está gastando seu salário. O ideal é classificar as despesas como “boas” e “ruins”. Essa medida provoca a reflexão sobre causa x efeito. Ou seja: o que é necessidade e o que é desejo.

INFORME ABRH-PR – Por falar em desejo, o Sr. também revelou que 70% das compras são feitas por impulso e decididas no próprio estabelecimento comercial. Como evitar que isso aconteça?

ALTEMIR – Fazendo-se três perguntas:
Eu quero? Eu posso? Eu preciso?

INFORME ABRH-PR – Como a pessoa pode saber se é compradora compulsiva?

ALTEMIR - Recomendo que a pessoa vá ao shopping ou ao centro de compras de sua cidade sem cartão de crédito e talão de cheques e com pequena quantia em dinheiro e um bloco de anotações. Esse bloco serve para anotar quais foram os “objetos do desejo” que não puderam ser adquiridos e seus custos. Depois de uma ou duas semanas, a pessoa deve somar esses valores. Tal medida vai mostrar que muitas
das compras não são necessidades, mas sim desejos.

INFORME ABRH-PR – Qual é o grande vilão do endividamento
pessoal?

ALTEMIR – São basicamente três fatores. O primeiro deles é o
marketing agressivo na mídia, que vende a falsa imagem de que qualquer pessoa pode ser o que não é e ter o que não pode. O segundo deles refere-se ao prazo dilatado de financiamentos. O terceiro fator é o reconhecido hábito do brasileiro de não ter controle pessoal de suas compras, achando que sempre vai dar um “jeitinho”. O cartão de
crédito, desde que mal utilizado, também pode ser considerado vilão.

INFORME ABRH-PR – Para concluir, existe alguma fórmula para se ficar rico?

ALTEMIR – O segredo não está no que se ganha e sim no que se poupa. Como exemplo, cito aqueles craques de futebol que, depois de literalmente “pendurarem as chuteiras”, acabaram sem nada, embora no seu auge tenham ganhado milhões em euros ou dólares.

OS 10 MANDAMENTOS
DO CONTROLE DE GASTOS
1. Não gastarás mais do que ganhas
2. Não utilizarás o limite do cheque especial
3. Não utilizarás o limite do cartão de crédito
4. Não atrasarás o pagamento do cartão de crédito
5. Não emprestarás cheque ou o seu nome
6. Não comprarás apenas por desejo
7. Na dúvida, não compre
8. Os problemas dos outros não poderão ser seus
9. Farás mensalmente o orçamento financeiro
10. Pouparás hoje para que tenhas amanhã


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