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26/04/2008
Muitas pessoas procuram melhorar de vida, mas não sabem nem por onde começar.
Os muitos problemas que emergem dentro da organização não são causados por baixa remuneração, e sim por falta de educação financeira pessoal.

Muitas pessoas procuram melhorar de vida, mas não sabem nem por onde começar. Como reflexo da formação de consumidores pouco informados diante das facilidades de créditos e do consumo imediato e impulsivo da nossa sociedade, a conjuntura caracteriza-se por situações financeiras difíceis que colocam em risco a saúde de uma parcela significativa da população e deteriora a qualidade de vida.

É possível e necessário implementar, apoiar, investir e participar no enfrentamento desses problemas numa ação articulada de co-responsabilidade com vistas a práticas sociais voltadas à construção do futuro de uma sociedade melhor e do desenvolvimento e de um Brasil mais justo, equilibrado e saudável.

Ao contrário do que possa parecer, o controle dos gastos dos funcionários e da sociedade é sim um problema organizacional, pois o desequilíbrio financeiro é uma das principais fontes de preocupação, estresse, depressão, ansiedade, baixa auto-estima, alteração no humor, problemas de saúde física, em geral psicossomáticos, além de afetar diretamente a saúde emocional, espiritual e até prejudicar o relacionamento familiar e profissional.

Com o investimento em programas de Educação Financeira os benefícios para sua organização são claramente percebidos:
* diminuição dos acidentes de trabalho;
* diminuição dos custos de assistência médica;
* melhores resultados dos programas de retenção e desenvolvimento de talentos;
* aumento do grau de motivação de pessoas;
* melhoria do ambiente de trabalho que se torna mais centrado;
* melhoria do clima organizacional;
* aumento da produtividade.

Ao propor a comunidade este modelo de ação, que agrega significado e valor à sua imagem e marca, a organização também será beneficiada com visibilidade e ganhos institucionais internos e externos, por se mostrar disposta a buscar soluções concretas e alternativas voltadas para a melhoria da qualidade de vida, buscando o equilíbrio social, psíquico e físico, oferecendo condições de cada indivíduo prosperar e exercer sua cidadania como consumidor e produtor de bens e serviços, contribuindo, portanto, para o desenvolvimento sócio-econômico local de forma saudável.

Programas Educacionais:

Alguns programas podem ser direcionados para os colaboradores como, por exemplo:

Geração de Renda - Desenvolve a competência básica relacionada ao aprimoramento pessoal, às atividades alternativas e criativas que sejam geradoras de renda e à capacidade de se adaptar com flexibilidade à dinâmica da sociedade, contribuindo para o enfrentamento da complexa problemática da exclusão social em nosso país e para o desenvolvimento pessoal e social.

Administração da sua vida financeira - Desenvolve e/ou consolida a competência básica para conduzir suas finanças familiares de forma equilibrada e adaptada a cada realidade, para melhor responder aos desafios financeiros do cotidiano, preparando-se e se comprometendo com a qualidade de vida presente e futura e promover mudanças sociais.

Independência Financeira - Desenvolve e/ou consolida a competência básica para ganhar dinheiro por meio de investimentos, com ou sem recursos, potencializando os resultados das aplicações conforme objetivos e expectativas, assumindo conduta socialmente responsável.

Esta prática visa à formação de cidadãos atuantes, autônomos, conscientes, reflexivos e participativos, onde o importante passa a ser a atividade do aluno, a apropriação individual e ativa do saber frente a uma situação problema. O “Débito em folha” que deveria ser uma ajuda é na verdade uma facilidade que aprisiona. O funcionário não esta aborrecido com o banco, mas sim enfurecido com a empresa.

Os muitos problemas que emergem dentro da organização não são causados por baixa remuneração, e sim por falta de Educação Financeira Pessoal. O profissional de Recursos Humanos não pode ficar alheio ao contexto sócio–econômico brasileiro. A função não é mais de um burocrata, que há muito tempo resumia-se a entrevistar, contratar, registrar, administrar e demitir pessoas. O cenário mundial e as novas tendências forçaram as mudanças. O profissional é um executivo de Recursos Humanos, que contribui para o resultado da organização e das pessoas.

Fonte: RH.COM - http://www.rh.com.br/ler.php?cod=4833&org=3


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